NRF 2026: 5 Tendências que estão redesenhando o futuro do varejo e do trabalho

Saiba como usar planejamento e estratégia financeira como base para decisões mais seguras e o crescimento sustentável das empresas.
15 de Janeiro de 2026
Leitura de 6 min
Empresas de todos os portes enfrentam desafios como instabilidade econômica, avanços tecnológicos acelerados, mudanças regulatórias e maior pressão por eficiência e transparência. Nesse contexto, a gestão financeira empresarial deixa de ser apenas uma atividade operacional e passa a ser uma estratégia essencial para garantir competitividade, previsibilidade e tomada de decisões mais assertivas.
Nesse processo, a figura do gestor financeiro assume um papel central. Mais do que controlar despesas ou acompanhar o fluxo de caixa, esse profissional é responsável por analisar dados, planejar cenários, gerir riscos e alinhar os recursos financeiros aos objetivos estratégicos da empresa. Uma gestão financeira bem estruturada, conduzida por um gestor capacitado, é fundamental para que as empresas operem durante 2026 de forma organizada e que estejam prontas para crescer. Continue lendo!
Índice:
Antes de pensar em crescimento ou novos projetos, é fundamental olhar para dentro do negócio e entender como as finanças estão estruturadas. Veja como organizar esses processos de forma estratégica.
O primeiro passo para colocar a casa em ordem é ter clareza total sobre tudo o que entra e sai do caixa da empresa. Isso inclui dívidas pendentes, valores a receber de clientes, financiamentos, aplicações e investimentos realizados ao longo do último ano.
Reúna essas informações em uma planilha ou sistema de controle financeiro e faça um fechamento geral. Com esse panorama completo, fica mais fácil entender se a empresa está operando no azul ou no vermelho. A partir dessa análise, o gestor poderá decidir se o momento pede mais cautela ou se há espaço para investir em melhorias.
Avaliar o desempenho financeiro passado é essencial para evitar erros repetidos e potencializar acertos. Esse diagnóstico vai além dos números: envolve entender como as decisões impactaram o faturamento, os custos e a satisfação dos clientes.
Algumas perguntas ajudam a orientar essa análise:
Envolver colaboradores de diferentes áreas nesse momento é uma excelente estratégia. Cada setor enxerga o negócio sob uma perspectiva diferente, o que amplia a qualidade da análise e gera ideias mais consistentes para o próximo ciclo.
Com base no diagnóstico financeiro, chega o momento de definir metas para o futuro. Mais do que ambiciosas, elas precisam ser realistas, mensuráveis e alinhadas à capacidade financeira da empresa.
Converse com líderes e equipes para alinhar expectativas e transformar a visão de futuro em objetivos práticos. Uma boa alternativa é separar as metas por áreas, como financeira, administrativa e operacional.
Definir objetivos não é suficiente se eles não forem acompanhados de um plano estruturado. Para cada meta estabelecida, é necessário criar um plano de ação detalhado.
Esse plano deve conter:
Esse detalhamento facilita a execução e reduz o risco de atrasos ou falhas.
Acompanhar o desempenho das metas é tão importante quanto defini-las. Reuniões periódicas ajudam a verificar se os indicadores estão evoluindo conforme o planejado.
Além disso, o acompanhamento de relatórios e o balanço patrimonial permite identificar rapidamente desvios, oportunidades de melhoria ou riscos financeiros. Caso algo não saia como o esperado, ajustes podem ser feitos a tempo, evitando prejuízos maiores e garantindo que a empresa se mantenha no caminho certo ao longo do ano.
A gestão financeira estratégica e estruturada é um dos principais pilares para o crescimento consistente e a continuidade de uma empresa no mercado. Ela orienta o negócio ao estabelecer direções claras, permitindo que os objetivos sejam definidos de forma coerente com a realidade financeira e operacional da organização.
A adoção desse tipo de planejamento gera diversos benefícios para o dia a dia da empresa, entre eles:
Mais do que um papel operacional, a gestão financeira é uma função estratégica, pois garante que os recursos da empresa sejam utilizados de forma inteligente e sustentável.
Com o apoio de dados, tecnologia e ferramentas de análise, esse profissional atua em frentes essenciais para a saúde do negócio. Entre suas principais responsabilidades estão a análise e auditoria financeira, fundamentais para demonstrar a viabilidade da empresa, atrair investidores e atender a exigências de certificações, como a ISO 9001. Ele também participa ativamente da captação e aplicação de recursos, avaliando linhas de crédito, alternativas para aumento de liquidez e definindo a melhor forma de alocar os valores obtidos.
Outro ponto central de sua atuação é o planejamento financeiro, que orienta o alcance dos objetivos empresariais respeitando as limitações orçamentárias, além de apoiar a contabilidade e tornar a empresa mais atrativa para sócios, acionistas e investidores. Por fim, o controle do orçamento garante disciplina nos gastos, transparência e segurança financeira, fatores indispensáveis para a continuidade do negócio.
Dessa forma, um gestor financeiro bem preparado contribui diretamente para o equilíbrio das finanças, apoia decisões de crescimento e inovação e fortalece uma cultura de responsabilidade financeira dentro da empresa.
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