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Entenda os principais tipos de feedback e como o RH pode orientar líderes a usá-los para engajar, desenvolver e melhorar resultados das equi...
24 de Fevereiro de 2026
Leitura de 4 min
O feedback é uma das ferramentas mais poderosas — e mal utilizadas — dentro das empresas. Quando bem aplicado, ele desenvolve pessoas, fortalece relações e impulsiona a performance. Quando conduzido erroneamente, gera desmotivação, ruído de comunicação e até desligamentos silenciosos.
Para o RH, o desafio não é apenas incentivar que líderes deem feedback, mas garantir que eles saibam qual tipo usar, quando usar e como conduzir a conversa. Afinal, feedback não é tudo igual — e cada formato tem um papel estratégico no desenvolvimento dos times. Venha entender tudo isso com a gente!
Índice:
Colaboradores querem saber como estão indo, o que podem melhorar e onde estão acertando. Dados da Gallup mostram que 80% dos profissionais que receberam feedback significativo na última semana estão totalmente engajados.
Esse número deixa claro que feedback não é um “extra” da liderança moderna, é um pilar de engajamento. A ausência de retorno constante costuma gerar insegurança, desmotivação e sensação de invisibilidade.
O feedback positivo reconhece comportamentos, atitudes ou entregas que devem ser repetidas. Ele não é um “elogio vazio”, mas um reforço claro do que está funcionando bem.
Quando usar:
Uma pesquisa recente publicada pela Cornell University mostrou que o feedback positivo tem efeito direto e favorável no desempenho subsequente, enquanto o feedback negativo, isoladamente, não apresentou impacto significativo. Isso reforça o poder do reconhecimento bem direcionado como motor de performance.
É o feedback focado em ajustes, aprendizados e evolução. Diferente do corretivo, ele não aponta erros, mas oportunidades de melhoria.
Quando usar:
Aqui, o papel do líder é mostrar o caminho, não apenas o desvio.
Usado quando há comportamentos inadequados, desvios de conduta ou falhas recorrentes que precisam ser ajustadas.
Quando usar:
Esse tipo de feedback exige preparo emocional, clareza e respeito. Sem isso, vira crítica pessoal — e perde totalmente o efeito.
Não é um tipo isolado, mas uma prática constante. O feedback contínuo acontece no dia a dia, em ciclos curtos, sem esperar avaliações formais.
Quando usar:
Empresas que adotam feedback contínuo criam ambientes mais seguros, transparentes e orientados ao aprendizado.
Envolve múltiplas perspectivas: líderes, pares, subordinados e até stakeholders. É poderoso, mas exige maturidade cultural.
Quando usar:
Sem preparo, pode gerar resistência. Com boa condução, gera autoconhecimento profundo.
O RH é o grande facilitador da maturidade do feedback nas empresas. Cabe ao RH:
Mais do que ensinar técnicas, o RH ajuda a transformar feedback em cultura, não em evento pontual.
Quando bem aplicado, o feedback deixa de ser um momento tenso e passa a ser uma ferramenta de crescimento contínuo. Ele fortalece vínculos, dá direção e constrói confiança entre líderes e times.
Empresas que dominam essa prática não apenas engajam mais — elas desenvolvem pessoas melhores, líderes mais preparados e resultados mais consistentes.
Não existe um único tipo ideal de feedback. Existe o feedback certo para cada contexto, pessoa e objetivo. O papel do RH é garantir que líderes entendam essa diferença e saibam usar o feedback como ferramenta estratégica de desenvolvimento, e não como instrumento de pressão.
Em um mercado cada vez mais orientado por performance e experiência do colaborador, saber dar — e receber — feedback é uma competência essencial para o futuro do trabalho.
Uma cultura de feedback saudável começa quando as pessoas se sentem valorizadas no dia a dia. Benefícios flexíveis, que apoiam a rotina real dos colaboradores, reforçam essa percepção de cuidado e reconhecimento.
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