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Entenda como diversidade, desenvolvimento e bem-estar posicionam o RH como protagonista na agenda ESG.
23 de Abril de 2026
Leitura de 4 min
A agenda ESG ganhou espaço nas empresas e passou a influenciar decisões estratégicas. Dentro desse contexto, o pilar social deixou de ser um complemento e passou a impactar diretamente cultura, reputação e resultados. E é aqui que o RH assume um papel central.
Diversidade, desenvolvimento, bem-estar e ética organizacional fazem parte do escopo do RH e são pilares para sustentar a dimensão social do ESG. O desafio está em transformar esses temas em práticas consistentes, com impacto real no negócio.
Índice:
O pilar social do ESG está relacionado à forma como a empresa se relaciona com pessoas.
Isso inclui:
Na prática, o pilar social mede a qualidade das relações internas e externas da organização. Para o RH, isso significa sair de uma atuação operacional e assumir um papel mais estratégico.
A diversidade deixou de ser apenas uma pauta de reputação. Hoje, ela está diretamente conectada à performance. Dados da McKinsey mostram que empresas com diversidade de gênero em cargos executivos têm 25% mais chance de superar concorrentes em lucratividade.
No mesmo contexto, a consultoria aponta que 75% dos Millennials e da Geração Z preferem trabalhar em empresas comprometidas com ESG. Esses dados indicam dois movimentos:
Para o RH, isso reforça a necessidade de estruturar políticas consistentes de inclusão.
O pilar social também está ligado à forma como a empresa cuida e desenvolve seus colaboradores. Segundo a KPMG, profissionais engajados e que percebem o compromisso da empresa com bem-estar são três vezes mais propensos a permanecer na organização.
Isso mostra que iniciativas de saúde, equilíbrio e desenvolvimento não são apenas benefícios. Elas influenciam diretamente na retenção e continuidade do negócio. Para o RH, isso amplia a responsabilidade sobre:
O pilar social também envolve ética e responsabilidade dentro da organização. Nesse contexto, o RH atua como guardião de práticas que garantem consistência nas relações de trabalho.
Segundo a consultoria internacional HRM Guide, a área tem papel central na implementação de códigos de conduta, canais de denúncia, políticas de proteção ao colaborador e processos disciplinares transparentes. Essas estruturas fortalecem a confiança interna e reduzem riscos reputacionais.
Para que o ESG social tenha impacto real, é preciso sair da comunicação e entrar na execução. Algumas frentes são essenciais:
O papel do RH é garantir que essas iniciativas sejam sustentáveis e consistentes ao longo do tempo.
O pilar social do ESG coloca o RH no centro da estratégia das empresas. Diversidade, desenvolvimento, bem-estar e ética deixaram de ser iniciativas isoladas. Hoje, são fatores que influenciam diretamente performance, retenção e reputação.
Empresas que tratam o tema com consistência conseguem construir culturas mais fortes e preparadas a longo prazo. Para o RH, o desafio está em transformar a intenção em prática e garantir que o social faça parte das decisões do dia a dia.
Se o ESG já faz parte da estratégia da sua empresa, vale olhar para como o pilar social está sendo traduzido em práticas concretas no dia a dia. No Acrescenta, você encontra conteúdos que ajudam o RH a estruturar cultura, liderança e bem-estar de forma mais estratégica.
E soluções como iFood Benefícios, o cartão de benefícios do iFood, apoiam essa agenda ao oferecer flexibilidade na gestão de benefícios, permitindo atender às diferentes necessidades dos colaboradores e reforçar, na prática, o cuidado com as pessoas dentro da organização.





