Bench Day iFood Benefícios: Futuro do Trabalho

Políticas de incentivo à educação fortalecem a retenção, qualificam equipes e geram retorno estratégico para as empresas.
14 de Abril de 2026
Leitura de 4 min
A atração e a retenção de talentos seguem entre os principais desafios das empresas. Em um cenário competitivo, oferecer benefícios que vão além do pacote tradicional se tornou um diferencial relevante.
O auxílio-faculdade surge como uma dessas alavancas. Mais do que apoiar o desenvolvimento individual, ele pode ser estruturado como uma estratégia de negócio, conectada à qualificação da equipe, ao engajamento e à marca empregadora.
Para o RH, o desafio não está apenas em oferecer o benefício, mas em desenhá-lo de forma sustentável e alinhada às prioridades da empresa. Se você se vê dentro desse cenário, o artigo que preparamos pode ser bem útil.
Índice:
Programas de incentivo à educação impactam diretamente a relação entre empresa e colaborador. Um dado reforça esse efeito: cerca de 80% dos profissionais que recebem auxílio-educação afirmam que o benefício aumenta a intenção de permanecer na empresa, segundo levantamento da Gitnux.
Isso indica que o auxílio-faculdade atua em duas frentes importantes:
Além disso, o benefício contribui para o desenvolvimento de competências estratégicas, reduzindo a necessidade de contratação externa para determinadas funções.
Para que o auxílio-faculdade gere impacto real, é necessário estabelecer critérios claros e alinhados ao negócio. Alguns pontos são essenciais na construção da política.
Definir quem pode acessar o benefício é o primeiro passo. Alguns critérios comuns incluem:
Isso garante que o investimento esteja conectado às necessidades da organização.
O benefício pode assumir diferentes formatos:
A escolha depende da estratégia e da capacidade de investimento da empresa.
É importante estabelecer contrapartidas claras, como:
Essas medidas aumentam a efetividade do programa.
O auxílio-faculdade costuma ser visto como custo, mas, na prática, pode gerar retorno direto para a empresa. Um exemplo relevante: a Discover Financial Services registrou retorno de US$ 1,44 para cada dólar investido em programas de educação, segundo a Lumina Foundation.
Esse resultado está ligado a fatores como:
Para o RH, isso reforça que o benefício pode ser tratado como investimento estratégico.
Outro impacto relevante está na ampliação da diversidade dentro das empresas. Programas de incentivo à educação ajudam a reduzir barreiras de acesso à qualificação, permitindo que mais pessoas avancem profissionalmente.
Segundo a WifiTalents, 47% das empresas que oferecem reembolso educacional relatam aumento na diversidade da força de trabalho. Isso ocorre porque o benefício amplia o acesso a oportunidades e atrai profissionais com diferentes trajetórias e contextos.
Para que o auxílio-faculdade funcione como estratégia, o RH precisa acompanhar de perto sua implementação e evolução. Algumas frentes são importantes:
Quando bem gerido, o auxílio-faculdade deixa de ser apenas um benefício e passa a fazer parte da estratégia de crescimento da empresa.
Investir em educação é uma decisão que impacta pessoas e resultados. O auxílio-faculdade fortalece a retenção, qualifica a equipe e contribui para uma cultura de desenvolvimento contínuo. Ao mesmo tempo, pode gerar retorno financeiro e ampliar a diversidade dentro da organização.
Para o RH, o ponto central está em estruturar o benefício com critérios claros, acompanhamento consistente e conexão com os objetivos do negócio. Desenvolver talentos exige mais do que oferecer oportunidades. Exige criar condições reais para que as pessoas evoluam.
No Acrescenta, você encontra conteúdos que ajudam o RH a transformar benefícios em estratégia de crescimento. E, na prática, soluções como o iFood Benefícios, o vale-alimentação do iFood, apoiam essa jornada ao oferecer flexibilidade para distribuir recursos em diferentes frentes, acompanhando as necessidades reais dos colaboradores ao longo do tempo.





