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Quer ser um líder de sucesso? Confira como se adaptar às novas e constantes exigências para conseguir crescer
3 de Maio de 2024
Leitura de 10 min
Afinal, por que é importante conhecer os tipos de liderança existentes no mercado?
Mais do que nunca, as empresas precisam saber atrair, inspirar e formar novos talentos. Já que o momento atual pede cada vez mais uma perspectiva multifacetada, com uma diversidade de olhares e experiências capazes de resolver as questões mais complexas das relações de consumo de bens e serviços – que estão sempre em constante mutação.
E, sem dúvida alguma, é nesse aspecto em que mais pesa o estilo de liderança a ser adotado pelo gestor. Saber aproveitar e desenvolver os talentos e habilidades de cada colaborador, para diferentes perspectivas, está entre os ingredientes principais de uma receita de sucesso.
Deseja entender melhor sobre a importância de uma boa liderança, quais características são essenciais em um líder e os principais tipos de liderança? Então continue a leitura!
Índice:
A liderança é uma habilidade bastante valorizada no meio profissional, e diz respeito àquelas pessoas que sabem ser influentes positivamente dentro da organização.
Entretanto, vale destacar que a liderança não é uma qualidade restrita a pessoas que ocupam cargos de gestão. Ela se refere muito mais à postura que o profissional tem no dia a dia do que a sua hierarquia na corporação.
Dessa forma, pessoas que sabem despertar a melhor versão dos seus colegas de trabalho, que conseguem tomar frente em um projeto e tem visão de querer atingir seus objetivos, são líderes natos, mesmo não ocupando cargos de liderança.
Como falamos anteriormente, o líder é capaz de incentivar a melhor versão das pessoas, tendo uma postura colaborativa no dia a dia. Em contrapartida, o Chefe possui uma postura mais autoritária, sendo visto como alguém que impõe ordens e não prioriza as relações humanas.
Sabe aquela frase de Maquiavel, em O Príncipe, “É preferível ser temido a ser amado?”, o chefe acredita que essa é a verdade universal. Assim, é comum ver chefes não consultando outras opiniões e acreditando que a sua decisão é a única que importa.
Portanto, o chefe não se preocupa em criar um ambiente saudável para se trabalhar. Enquanto isso, o líder trabalha diariamente para criar um bom clima organizacional e mais fluidez na comunicação com o time.
Tendo a liderança como uma habilidade, podemos adiantar que ela não é a mesma coisa que “gestão”.
A gestão se refere ao cargo que o profissional ocupa, tendo um papel essencial em gerir pessoas, cuidar de processos rotineiros, manter o foco da equipe e implementar a cultura da empresa no dia a dia.
Já a liderança envolve um olhar estratégico, visando resultados, inspirando o time a enfrentar novos desafios e a se destacar a longo prazo no mercado.
A liderança é uma fonte de inspiração e uma referência de postura para os demais profissionais. Dessa forma, uma boa liderança é capaz de aumentar a produtividade da equipe, além de tornar o ambiente saudável e agradável para se trabalhar.
Bons líderes formam e desenvolvem bons profissionais. Assim, a organização passa a ficar recheada de talentos dispostos a dar o seu melhor diariamente em prol do sucesso do negócio.
Afinal, como ser um bom líder? Existem algumas características que são essenciais para se construir uma boa liderança.
Um ponto importante é que os líderes devem ter uma visão objetiva dos resultados que desejam alcançar com sua organização – seja no curto, médio e longo prazo.
E, sobretudo, eles devem, também, ter a capacidade de se comunicar bem com todos os níveis hierárquicos e demonstrar um espírito de equipe e colaboração.
Aliás, uma boa comunicação tem sempre um papel chave em qualquer relação – sem ela, teremos equipes à deriva, sem saber bem onde chegar ou como chegar.
Confira a seguir outras características de um bom líder.
Para saber orientar e treinar o seu time, é preciso que o líder domine bastante a sua área de atuação. Além disso, é preciso estar sempre antenado às tendências do mercado e aos fatores que podem ter influência sobre suas decisões.
Líderes que conseguem reunir informações de forma ágil estão mais preparados para tomar decisões mais precisas. E ter agilidade é fundamental para sobreviver nesse ambiente tão fluído, em que a cada dia um novo desafio pauta nossas ações diárias.
Também é importante considerar que, atualmente, para os novos líderes, os conhecimentos técnicos são muito valiosos, mas o desenvolvimento de qualidades interpessoais – também conhecidas como soft skills – são o grande desafio e uma das maiores armas quando o assunto é liderança.
Por meio da personalidade, das aptidões mentais, emocionais e sociais é que se obtém o engajamento, a motivação e a produtividade de uma equipe. Sendo assim, vivência, autoconhecimento e empatia podem ajudar no fortalecimento dessas competências.
A paixão pelo que se faz é capaz de inspirar e entusiasmar uma equipe como nenhum outro motivador – ou dificilmente esses líderes conseguirão obter os resultados desejados e levar cada membro do seu time a dar o seu melhor independentemente da situação.
Sobretudo, é preciso dar espaço para que os colaboradores desenvolvam as atividades conforme sua capacidade, experiência e escopo de trabalho, incentivando a autogestão e o comprometimento e a responsabilidade para com as tarefas individuais e da equipe.
Embora falemos sempre de empresas, é preciso ter em mente que uma empresa é feita de pessoas – que terão origens, vivências, objetivos e necessidades diferentes.
Dessa forma, o desafio de um líder gestor também consiste em unir essas pessoas, com o que cada uma pode trazer de melhor, para alcançar um objetivo em comum.
Para início de conversa, é preciso trabalhar para criar um bom ambiente de trabalho para que a equipe possa ter um bom rendimento. A cobrança por resultados pode acontecer, mas a microgestão de atividades deve ser evitada.
Afinal de contas, ninguém gosta de ser cobrado insistentemente. E se o líder opta por centralizar todas as decisões e monitorar constantemente as tarefas da equipe, isso acaba tendo o resultado inverso.
Dar feedback e, principalmente, pedir feedback, é essencial para que a troca entre líder e liderados seja proveitosa. Esse tipo de prática gera conexão e maior liberdade para que os colaboradores se abram sobre qualquer assunto e queiram se desenvolver constantemente.
Além disso, é uma maneira de humanizar as relações de trabalho, mostrando que o líder também está numa posição que pode ser melhorada e aprimorada, e que ouvir o que sua equipe tem a dizer é muito importante para que isso aconteça.
A comunicação é essencial para fortalecer laços e criar um canal livre para discussões saudáveis. É comum que profissionais se sintam, de certa forma, intimidados pela liderança. Porém, ao ter um bom relacionamento interpessoal com toda a equipe, o líder tira do radar esse tipo de visão e torna a rotina muito mais leve.
Agora que você conheceu algumas das principais características de um bom líder, vamos falar sobre os estilos de liderança. Ao conhecê-los, você entenderá ainda melhor como exercer a liderança de forma eficaz de acordo com cada objetivo traçado.
Há, atualmente, uma grande variedade de tipos de liderança e é certo que o estilo mais apropriado a se seguir vai depender de alguns fatores, como a função do líder, do perfil dos colaboradores e da situação e dos objetivos a serem alcançados pela organização – seja em um departamento específico, seja na empresa como um todo.
A seguir, preparamos uma lista com as características dos tipos de liderança mais comuns e mais usados atualmente.
O estilo autocrático é um dos mais antigos e talvez esteja com os dias contados nas empresas modernas. Isso porque esse estilo de liderança é centrado em uma única figura de poder.
Por muito tempo esse estilo fora classificado enquanto o mais eficiente para a tomada de decisões rápidas, principalmente em meio a grandes crises. Além disso, acreditava-se que os trabalhadores seriam inspirados pelo espírito e visão empreendedora de um grande chefe.
Entretanto, a liderança autocrática detém toda autoridade e responsabilidade, e cabe aos subordinados somente acatar e implementar as decisões, sem espaço para discussão das questões.
E assim, além de não se desenvolverem profissionalmente, os colaboradores se sentem constantemente desvalorizados e desmotivados, pois não são ouvidos e raramente suas experiências são levadas em conta pelo gestor.
Sendo assim, essas situações desestimulam a criatividade e inovação nas organizações, vantagens competitivas essenciais para aqueles que desejam estar à frente na concorrência do mercado atual.
Este estilo, também conhecido como liderança participativa ou compartilhada, é uma forma de liderança na qual os membros de determinado grupo assumem um papel mais preponderante e atuante no processo de tomada de decisão.
É um estilo em que a atuação do líder é construída em torno da ideia de consenso e colaboração, com base em princípios como escuta e avaliação conjunta. É uma maneira capaz de criar um ambiente em que os funcionários se sentem mais valorizados e comprometidos com o alcance dos objetivos organizacionais.
Nesse contexto, é bastante importante que o líder saiba agir como um mediador para garantir que quaisquer problemas entre os subordinados sejam resolvidos rapidamente.
A liderança situacional faz parte de uma teoria desenvolvida em 1969 por Paul Hersey e Ken Blanchard, e diz respeito a uma abordagem que procura se moldar de acordo com a variação das situações e problemáticas da empresa.
Ou seja, nesse estilo não existe o pensamento de que uma abordagem seja mais eficiente que outra. O que prevalece é a busca pelo desenvolvimento de habilidades organizacionais que estejam adequadas a cada momento e contexto.
E tudo isso exige que os gestores tenham intensa dedicação e análise de seus objetivos e capacidades dos indivíduos da equipe. Nesse sentido, é preciso que possuam intenso conhecimento a respeito do nível de maturidade de cada membro da equipe, para que entendam a forma mais efetiva de conduzi-los.
Dentre os tipos de liderança esse é o estilo em que os líderes motivam os colaboradores a buscarem resultados indo além de suas capacidades.
Por conta disso, a abordagem tende a ter seguidores mais comprometidos e satisfeitos e, de modo geral, trazem mais resultados às empresas.
O foco dessa estratégia de liderança está em possibilitar que as equipes sejam sempre criativas e com olhar para o futuro, para que, assim, encontrem as melhores soluções para os problemas e demandas do trabalho.
Por conta disso, esse estilo é uma das abordagens que vêm sendo mais pesquisadas e debatidas. Afinal, os líderes e estudiosos do assunto estão em busca dos melhores métodos de gestão que possibilitem desenvolver tanto o indivíduo quanto a equipe.
De forma geral, na abordagem transformacional todos participam e se responsabilizam pelos resultados. Aqui, o microgerenciamento deve ser esquecido, e as equipes também devem estar presentes desde o início da formulação dos planos estratégicos.
Nesse sentido, os líderes devem permitir que seus liderados tenham espaço para tentativa e erro em suas soluções, para que assim consigam compreender e alcançar a melhor proposta para o produto final.
Portanto, é preciso que os gestores desenvolvam suas capacidades para lidar com crises e emoções, pessoais e de sua equipe. Além do reconhecimento de desempenho, o ideal é que também valorizem o empenho e dedicação de cada um durante o projeto.
E para que tudo isso aconteça, os pilares para a melhor execução da liderança, transformacional estão na disponibilização de ferramentas necessárias para o trabalho e uma comunicação aberta e transparente.
Então, gostou do conteúdo sobre os tipos de liderança? Esperamos que ele lhe ajude a construir uma liderança eficaz. Esse é o momento para o bom líder aprender a gerenciar melhor seus comportamentos e alcançar o sucesso.
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