Bench Day: onde o RH encontra a prática

Como métricas e People Analytics transformam o RH em um parceiro estratégico do negócio.
26 de Janeiro de 2026
Leitura de 5 min
Durante muito tempo, as decisões da área de Recursos Humanos foram tomadas com base em percepção, experiência e intuição. Esses elementos continuam importantes, mas já não são suficientes em um cenário corporativo mais complexo, pressionado por resultados, eficiência e previsibilidade. É nesse contexto que a cultura data driven ganha espaço no RH.
Ser data driven não significa substituir o olhar humano por números frios. Significa usar dados para embasar decisões, reduzir achismos, identificar padrões e agir com mais precisão. Quando bem aplicada, essa abordagem fortalece a gestão de pessoas, melhora a experiência do colaborador e conecta o RH de forma direta aos resultados do negócio.
Índice:
Uma cultura data driven no RH é aquela em que decisões estratégicas e operacionais são orientadas por dados confiáveis, analisados de forma contínua e conectados aos objetivos da empresa.
Na prática, isso significa usar indicadores de pessoas para responder a perguntas como:
Em vez de reagir a problemas quando eles já aconteceram, o RH passa a atuar de forma preventiva, estratégica e mensurável.
People Analytics é o conjunto de métodos, ferramentas e análises que transformam dados de pessoas em insights acionáveis. Ele cruza informações de diferentes fontes, como recrutamento, desempenho, engajamento, benefícios, absenteísmo e rotatividade, para apoiar decisões mais inteligentes.
Organizações que estruturam bem essa prática conseguem elevar significativamente seu impacto. Estudos mostram que áreas de RH de alto impacto utilizam People Analytics para tomar decisões mais eficazes sobre talentos, alcançando até o dobro de lucro por colaborador em comparação com empresas que não adotam essa abordagem.
Esse tipo de resultado reforça que dados de pessoas não são apenas indicadores internos. Eles também são alavancas reais de produtividade e performance financeira.
Principais métricas e indicadores de pessoas
Para construir uma cultura orientada por dados, o RH precisa começar pelo essencial. Não é necessário ter ferramentas complexas logo de início. O mais importante é escolher indicadores relevantes e usá-los com consistência.
Entre os principais estão:
O valor não está no número isolado, mas na leitura conjunta e na análise de tendências.
Adotar uma cultura data driven no RH gera ganhos claros para a empresa e para as pessoas.
Entre os principais benefícios estão:
Quando o RH fala a linguagem dos dados, ele deixa de ser apenas operacional e passa a influenciar decisões estratégicas.
A aplicação de dados pode acontecer em diferentes frentes do dia a dia:
Esses usos mostram como métricas deixam de ser relatórios estáticos e passam a orientar decisões práticas.
Apesar dos benefícios, implementar uma cultura orientada por dados traz desafios importantes:
É fundamental garantir transparência, privacidade e clareza sobre como os dados são utilizados, sempre com foco em desenvolvimento e não em controle excessivo.
A evolução para um RH data driven acontece em etapas:
Com o tempo, a maturidade analítica cresce e o RH se torna cada vez mais proativo e estratégico.
A cultura data driven não torna o RH menos humano. Pelo contrário. Ela cria condições para decisões mais justas, eficientes e alinhadas à realidade das pessoas e do negócio.
Quando dados e sensibilidade caminham juntos, o RH se fortalece como área estratégica, capaz de antecipar desafios, potencializar talentos e gerar impacto real nos resultados da empresa.
Para que decisões baseadas em dados façam sentido, o RH precisa de soluções simples, flexíveis e conectadas ao cotidiano dos colaboradores. O iFood Benefícios contribui para esse cenário ao gerar insights de uso, preferências e comportamento, ao mesmo tempo em que oferece autonomia e bem-estar.
Se a ideia é aprofundar o uso de métricas, indicadores e People Analytics na gestão de pessoas, o Acrescenta reúne conteúdos e trilhas que ajudam o RH a evoluir sua atuação estratégica, conectando números, cultura e decisões mais inteligentes.





