Bench Day: onde o RH encontra a prática

Cases reais, benchmarks e decisões práticas: veja os principais destaques do Bench Day e por que esse evento importa para o RH.

23 de Janeiro de 2026

Leitura de 6 min

Mais do que acompanhar tendências, o RH de hoje precisa entender o que funciona na prática. É nesse contexto que nasceu o Bench Day, um evento promovido pela área de People do iFood, criado para profissionais de RH que lideram, inovam e impactam o cenário de gestão de pessoas.

A proposta é simples e poderosa: abrir processos, compartilhar aprendizados reais, apresentar cases autênticos e trocar experiências que ajudam o RH a tomar decisões melhores no dia a dia. Sem fórmulas prontas. Sem discurso genérico. Com foco no que realmente move a gestão de talentos.

Ao longo do evento, diversos cases e experiências de mercado foram compartilhados, oferecendo repertório prático para quem vive os desafios da área. Neste artigo, reunimos alguns dos principais destaques do Bench Day, a partir de reflexões que ajudam a traduzir o impacto do encontro para além do palco.

O Bench Day é, acima de tudo, um espaço de construção coletiva. Um encontro entre pares para refletir sobre desafios comuns, aprender com dados, testar caminhos e impulsionar transformações concretas no setor de pessoas.

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Índice:

iFood Benefícios: inovação que nasce de dentro

Essa mesma lógica de prática, aprendizado contínuo e impacto real é o que move o iFood Benefícios desde a sua criação.

O iFood Benefícios nasceu para inovar o mercado de benefícios, resolvendo um problema estrutural: rede de aceitação. Desde o início, o foco foi criar soluções que tornassem o vale mais eficiente, mais econômico e que realmente durasse ao longo do mês para quem usa.

A tecnologia está presente de ponta a ponta. Do desenvolvimento do produto à experiência de quem está na ponta, tudo é pensado com base em dados, testes constantes e uma premissa clara: eat your own dog food. No iFood, somos clientes dos nossos próprios produtos o que acelera aprendizados e garante soluções mais aderentes à realidade.

Além disso, a inteligência artificial já é aplicada de forma estratégica para gerar impacto real, apoiar decisões e ampliar a eficiência do ecossistema.

Diferenciais que facilitam a gestão e geram impacto

Na prática, o iFood Benefícios vai além do básico ao oferecer ferramentas que apoiam diretamente o RH na gestão:

painel de dados permite acompanhar o impacto do benefício, com comparativos de mercado, economizômetro e avaliações do produto — atendendo a uma demanda recorrente de RHs que precisam justificar decisões com dados.

Já a área de RH no app simplifica a rotina: cadastro e gestão de colaboradores, emissão de cartões, distribuição de recargas e extração de relatórios acontecem em um só lugar, de forma intuitiva e eficiente.

Outro diferencial é o Comer Fora, que oferece descontos em restaurantes parceiros ao pagar com iFood Benefícios. RHs e colaboradores podem indicar restaurantes que ainda não fazem parte do programa, e o iFood Benefícios cuida de toda a negociação. 

Soma-se a isso a oferta de máquinas de marmitas para empresas parceiras, com até 20% de desconto no pagamento via iFood Benefícios ampliando acesso, conveniência e economia.

No fim, o iFood Benefícios mostra que inovação em benefícios não é sobre adicionar funcionalidades, mas sobre resolver problemas reais do RH com tecnologia, dados e decisões bem feitas.

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O destaque do Bench Day: decidir melhor em um mundo cada vez mais complexo

Em um cenário onde a quantidade de informações cresce mais rápido do que a capacidade de interpretá-las, tomar boas decisões se tornou um dos maiores desafios da liderança. Foi a partir dessa provocação que Ricardo Basaglia, CEO da Michael Page; Daniel Piantino, Head Pós Vendas e Seguros; Leandro Rubio, Founder e CEO da Starbem e Yago Portugal Gerente de Pessoas, Benefícios e operações, se reuniram para discutir como líderes podem decidir melhor mesmo em ambientes cada vez mais complexos.

A conversa partiu de um ponto essencial: decidir não é acumular dados, é saber interpretá-los com consciência, contexto e responsabilidade. Em um mundo orientado por métricas, dashboards e relatórios, o risco não está na falta de informação — mas no excesso dela.

Ricardo Basaglia trouxe uma reflexão direta e incômoda: muitas vezes, a dificuldade de decidir não vem da ausência de dados, mas da busca constante por mais informações como forma de evitar a decisão. Afinal, nunca teremos todos os recursos, certezas ou variáveis ideais. Nesse cenário, ele reforça um alerta poderoso:

“A necessidade de estar certo não pode ser maior do que descobrir o que é certo.”

Segundo Ricardo, decisões raramente são puramente racionais. Intuitivamente, muitas vezes já escolhemos um caminho — e, a partir daí, passamos a buscar dados que apenas confirmem aquilo que já decidimos. O desafio da liderança está justamente em reconhecer esse viés e criar mecanismos para não ser refém dele.

Leandro Rubio e Yago Portugal complementaram essa visão ao reforçar que decisões bem tomadas passam, inevitavelmente, pelo uso responsável dos dados. Acompanhar indicadores é fundamental, mas sem perder de vista que o maior ativo das empresas são as pessoas. Dados orientam decisões, mas não substituem a leitura humana do contexto, da cultura e dos impactos que cada escolha gera.

Daniel Piantino trouxe um contraponto igualmente importante: nem sempre os dados entregam respostas prontas. Números não falam sozinhos eles dependem de interpretação, repertório e maturidade de quem analisa. Em ambientes complexos, o risco está em tratar dados como verdades absolutas, sem considerar cenários, nuances e efeitos colaterais.

Como prática concreta, Ricardo Basaglia destacou a importância de separar momentos dentro do processo decisório. Uma boa decisão começa com uma reunião dedicada ao diagnóstico, entendimento do problema, análise de dados e leitura de cenário e só depois evolui para um espaço específico de tomada de decisão. Além disso, deixar clara a escala da decisão ajuda líderes a calibrar riscos, impactos e responsabilidades.

No fim, o painel deixou um recado claro: decidir bem não é ter todas as respostas, mas criar condições melhores para escolher. Em tempos complexos, liderar é equilibrar dados, intuição, autoconhecimento e coragem para agir.

 

Quer acompanhar de perto debates como esse e participar das próximas edições do Bench Day?

Fique de olho nas redes do iFood Benefícios — em breve, novas edições do evento e a chance de vivenciar essas trocas presencialmente.

 

Gente e gestão

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