Trabalho em Movimento: Dados e Dilemas dos Modelos de Jornada

Entre números, expectativas e desafios, os modelos de jornada revelam como flexibilidade e gestão inteligente se tornaram centrais para o futuro do trabalho.

Cultura Organizacional

As transformações no mundo do trabalho vêm alterando profundamente a forma como as jornadas são desenhadas e vividas. Modelos presenciais, híbridos e remotos passaram a coexistir, impulsionados por avanços tecnológicos e por novas expectativas dos profissionais. Levantamentos da Think Work indicam que, ao longo dos últimos quatro anos, a jornada deixou de ser apenas uma decisão operacional para se tornar um verdadeiro termômetro de cultura organizacional, engajamento e visão de futuro das empresas.

Apesar dessa mudança de perspectiva, nem todas as organizações acompanham com a mesma sensibilidade as demandas das pessoas. Os dados revelam um desalinhamento relevante: em muitas empresas, as definições sobre formatos de trabalho ainda são conduzidas por lideranças que tendem a valorizar mais a presença física no escritório. Esse distanciamento entre quem decide e quem vivencia o dia a dia do trabalho impacta diretamente a percepção de flexibilidade, autonomia e confiança.

Diante desse cenário, o desafio vai além da escolha de um modelo ideal de jornada. Exige análise consistente de dados, escuta ativa e disposição para rever práticas de gestão. 

Baixe o conteúdo completo e veja os dados da Think Work sobre os modelos de trabalho para conhecer as tendências que vão moldar o futuro do trabalho.


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