Jã não somos mais os mesmos?

A pandemia elevou emoções negativas a níveis recordes e impactou profundamente comportamentos, empatia e relações de colaboração. Veja mais no e-Book!

Gente e gestão

Há alguns anos, o instituto Gallup acompanha as experiências emocionais negativas de populações em mais de 100 países, e o Índice Mundial de Experiência Negativa atingiu seu nível mais alto em 2020. Emoções como raiva, estresse, preocupação e tristeza já vinham crescendo globalmente na década anterior, mas alcançaram patamares inéditos com a chegada da pandemia.

No Brasil, os efeitos da crise sanitária foram intensificados por um cenário de instabilidade política e econômica, ampliando a sensação de insegurança e incerteza em relação ao futuro. Esse contexto levou muitas pessoas a operarem em um estado constante de sobrevivência, o que dificultou comportamentos colaborativos e reduziu o espaço para a empatia. 

Como resultado, ambientes que dependiam da cooperação foram profundamente impactados, reforçando a percepção de que o período da pandemia teve efeitos mais intensos sobre mudanças de personalidade do que outros eventos estressantes coletivos, como terremotos ou furacões.


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